<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049</id><updated>2012-02-16T17:01:26.884-08:00</updated><category term='Artigo'/><category term='Resumo da Obra'/><title type='text'>Blog do Waldenor</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-5947615276173292901</id><published>2008-07-02T05:46:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T05:51:42.342-07:00</updated><title type='text'>Dois Pesos, duas medidas</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.filosofix.com.br/blogwalace/imagens/balanca.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 95px; CURSOR: hand; HEIGHT: 98px" height="302" alt="" src="http://www.filosofix.com.br/blogwalace/imagens/balanca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José foi passar o fim de semana fora. Quando voltou, seu amigo João foi buscá-lo na estação e foi logo lhe contando as notícias:&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Você, nem imagina, Zé, deu uma ventania tão forte que derrubou um pedaço da minha casa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O José, então, resolveu mexer com a consciência do amigo:&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Isso não me espanta nem um pouco, João, eu bem que lhe avisei que um dia os seus pecados iam ser castigados.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- &lt;em&gt;O vento derrubou uma parte da sua casa também, meu amigo!,&lt;/em&gt; respondeu João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Não me diga! Os desígnios de Deus são mesmo insondáveis,&lt;/em&gt; arrematou José. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-5947615276173292901?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/5947615276173292901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=5947615276173292901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/5947615276173292901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/5947615276173292901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/07/dois-pesos-duas-medidas.html' title='Dois Pesos, duas medidas'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-6045945978730807129</id><published>2008-07-02T04:32:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T04:37:09.276-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resumo da Obra'/><title type='text'>Resumo do "Relativizando - uma introdução a antropologia cultural"</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;DA MATTA, R. Relativizando. Uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. 246p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Em sua abordagem o autor compara o pensamento de vários teóricos e valoriza a pesquisa de campo como o método fundamental da antropologia cultural. Desta forma, objetiva apresentar não somente a origem como também a posição desta ciência em relação a outras ciências afins. No que tange ao progresso histórico e conceitual Damatta aponta o evolucionismo, o funcionalismo e o&lt;/span&gt; estruturalismo como etapas do pensamento científico antropológico. Enquanto, o evolucionismo social de Frazer analisa as sociedades de maneira linear pelo método historicista, o funcionalismo de Maninowski, por sua vez, utiliza sistemas de sincronia como instrumento de sua pesquisa, advogando ser viável entender uma sociedade sem necessariamente fazer uma incursão da sua história. O estruturalismo de Lévi-Strauss, que enfoca as estruturas, é considerado como um refinamento do funcionalismo. Sua tese é que o antropólogo deve evitar esquemas fechados e deterministas, os quais geram observações racistas e preconceituosas. A conclusão do autor é que a antropologia como ciência é distinta das ciências naturais pela possibilidade de promover a interação na relação sujeito e objeto. Recomenda o trabalho de campo como fundamental, pois, parte da prática para a reflexão teórica. Neste sentido a missão do etnólogo consiste em estudar uma dada sociedade e transformar o exótico em familiar, e em contrapartida, observar a sua própria sociedade e ter capacidade de transformar o familiar em exótico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Palavras-chaves: antropologia, origem, teses, trabalho de campo e interação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-6045945978730807129?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/6045945978730807129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=6045945978730807129' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/6045945978730807129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/6045945978730807129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/07/da-matta-r-relativizando-uma-introduo.html' title='Resumo do &quot;Relativizando - uma introdução a antropologia cultural&quot;'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-4296503158248091284</id><published>2008-07-02T04:05:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T04:27:24.255-07:00</updated><title type='text'>Abordagem Centrada no Paciente</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;O texto abaixo resulta de uma breve pesquisa sobre a Abordagem Centrada no Paciente, elaborada principalmente por Carl Rogers, considerado como o pai da Filosofia Humanística e também um dos principais responsáveis pelo reconhecimentos da psicologia dentro do universo clínico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;1. O que você entende por “tendência atualizante” e “o organismo é uma só unidade, o que ocorre com uma parte, afeta o todo”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;R: Para Rogers a tendência atualizante é a disposição natural que cada organismo possui de ativar suas potencialidades em direção não somente a busca da satisfação das necessidades básicas do organismo como também das mais complexas. O exemplo clássico é o da planta que busca luz para o seu organimo, assim também no homem essa tendência se manifesta como algo que o move ao encontro da auto-realização nos mais diferenciados níveis de experiências.&lt;br /&gt;Segundo Goldstein o corpo e a mente não devem ser vistos como elementos separados, uma vez que ambos só se expressam na conjunção. Portanto, “qualquer fenômeno, quer seja positivo ou não, se passa tanto ao nível fisiológico quanto psicológico, ou seja, se passa sempre no contexto do organismo como um todo.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;2. Imagem do eu – Como ela é construída e qual a importância da tendência atualizante do eu, neste processo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;R: A construção da “imagem do eu” é formada através dos atributos e valores que a pessoa divisou em si mesma. Estes valores e atributos procedem de duas fontes, a saber: a experiência organísmica (percepção do eu, e do relacionamento do eu com o outro e com o ambiente) e a introjeção de valores (valores que são introjetados no indivíduo pela sociedade e que não lhe pertencem propriamente).&lt;br /&gt;A tendência atualizante do eu é importante neste processo, porque, pode promover a mudança da percepção da realidade, tanto a interna como a externa. Inclusive conserva ou potencializa a auto-estima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;3. O que significa consciente e inconsciente para a AC?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;R:Enquanto que a consciência é o centro que produz as representações de parte de uma experiência organísmica, a inconsciência, por sua vez, diz respeito a todas as experiências incompatíveis para a imagem do eu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;4. Qual o objetivo da ACP?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;R: É ajudar o indivíduo em sua auto-descoberta, a qual o conduzirá a viver mais autônomo e criativo. O professor ou terapeuta apenas irá criar as condições para que, através daquela relação particular,o indivíduo possa reorganizar-se e reencontrar a sua própria direção. Assim, à proporção que se permite às pessoas tomarem maior consciência de seus verdadeiros desejos e sentimentos,” inevitavelmente elas se sentem mais poderosas em relação ao seu destino e mais diretamente responsáveis por si mesmas”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;5. Quais as três condições básicas necessárias para a facilitação do crescimento? Explique cada uma:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;R: Congruência – É a condição que fundamenta a relação entre o terapeuta ou professor e o aluno ou cliente. Tal condição consiste na demonstração verdadeira de sentimentos e na troca mútua de experiências, visando estabelecer uma harmonia entre o “eu interior” e o “eu manifesto no mundo”. É a autenticidade por parte do facilitador com relação aos seus sentimentos para com a pessoa que está sendo ajudada. É direito da pessoa que busca ajuda saber o que o facilitador realmente sente no que concerne ao que ela está dizendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitação Incondicional Positiva - O terapeuta deve valorizar as experiências do cliente, sem estipular condições, pois, caso contrário, estaria negando a existência do outro. É a capacidade do facilitador em aceitar o outro sempre de maneira positiva, procurando entender que o outro, a sua maneira, está no fundo, buscando se sentir bem e se encontrar. É claro que aceitar não significa concordar ou aprovar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empatia – É capacidade de entrar no universo do outro, sentindo como ele sente, porém, o facilitar deve estar consciente que tais experiências são do outro, caso contrário, não é mais empatia, e sim identificação. É importante, colocar-se no lugar do cliente para compreendê-lo melhor e, consequentemente, poder direcioná-lo a uma relação de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-4296503158248091284?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/4296503158248091284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=4296503158248091284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/4296503158248091284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/4296503158248091284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/07/abordagem-centrada-no-paciente.html' title='Abordagem Centrada no Paciente'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-5888731317853777569</id><published>2008-06-25T05:52:00.000-07:00</published><updated>2008-06-25T06:04:12.669-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo'/><title type='text'>A existência de Deus</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.espirito.org.br/portal/cursos/cbe-adep/3deus.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 97px; CURSOR: hand; HEIGHT: 97px" height="122" alt="" src="http://www.espirito.org.br/portal/cursos/cbe-adep/3deus.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Wayne Grudem em sua Teologia Sistemática apresenta os argumentos clássicos em favor da existência de Deus. Sua argumentação tem como base três elementos, a saber: a intuição humana, a natureza e as Escrituras. Citando o texto de Romanos 1:21 argumenta que as pessoas em qualquer lugar têm a consciência de que Deus existe. Por outro lado, percebe-se na criação o testemunho da existência de um Deus sábio e poderoso, bem como também na Bíblia que não propõe provar a existência de Deus e sim pressupõe a partir de Gênesis 1:1 que Ele verdadeiramente existe. Sua abordagem sobre as “provas tradicionais” da existência de Deus estão divididas em quatro argumentos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#66ff99;"&gt;Em primeiro lugar, o argumento cosmológico&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; que afirma que Deus é causa primeira de todas as coisas. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Em segundo lugar, o argumento teleológico&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, que considera o planejamento inteligente do universo como uma prova de que existe um Deus inteligente que criou todas as coisas. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;em&gt;Em terceiro lugar, o argumento ontológico&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;que analisa a “idéia de Deus” como sendo algo ligado à natureza do homem. &lt;span style="color:#66ff99;"&gt;&lt;em&gt;E, finalmente, o argumento moral&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;que entende que a noção que o homem tem de certo e errado procede da fonte original que é Deus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Os argumentos acima são verdadeiros e válidos, porém, em contrapartida, não se deve esquecer que somente Deus pode convencer o homem, que é cego e incrédulo (2Co 4:4), sobre o seu estado pecaminoso e da verdade sobre Deus. Quanto ao conhecimento de Deus, Grudem é feliz quando afirma que o homem conhece a Deus porque Ele decidiu se revelar. A partir do momento que o homem passou a interpretar equivocadamente a revelação de Deus na natureza, então, Deus trouxe a revelação das Escrituras. É possível conhecer algo sobre Deus e seus atributos, no entanto, é impossível conhece-los exaustiva e totalmente, pois, Deus é incompreensível no sentido de que jamais poderá ser conhecido, plenamente, hoje ou no futuro. Portanto, em resumo, se conclui que Deus existe e se revelou ao homem. O homem conhece algo de Deus, mas não pode conhecer tudo sobre Ele. Esse conhecimento é verdadeiro e não está ligado, simplesmente, a fatos sobre Deus e sim ao próprio Deus, com o qual o cristão vive um relacionamento vivo e pessoal através da oração, da leitura da Palavra e do culto. Esse relacionamento com Deus é para o cristão a maior de todas as bênçãos da vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-5888731317853777569?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/5888731317853777569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=5888731317853777569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/5888731317853777569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/5888731317853777569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/06/existncia-de-deus.html' title='A existência de Deus'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-4080605880545045695</id><published>2008-06-25T04:45:00.000-07:00</published><updated>2008-06-25T06:02:06.668-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo'/><title type='text'>Deus como Pai e Senhor</title><content type='html'>&lt;a href="http://img92.imageshack.us/img92/4544/adrianthumbmc1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" height="141" alt="" src="http://img92.imageshack.us/img92/4544/adrianthumbmc1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;De acordo com Tillich os &lt;strong&gt;símbolos Pai e Senhor&lt;/strong&gt;, quando atribuídos a Deus, são os que melhor representam as relações entre o cristão e Deus. Os demais símbolos que existem, estão representados em um desses dois símbolos. Pai e Senhor são símbolos que não se contradizem, pelo contrário, se complementam, se interligam e são, virtualmente, inseparáveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;&lt;strong&gt;Deus como Senhor&lt;/strong&gt; aponta para três grandes verdades, a saber: &lt;em&gt;Primeiramente&lt;/em&gt;, aponta para a distância infinita que existe entre Deus e o homem. &lt;em&gt;Em seguida&lt;/em&gt;, indica o Logos do ser ou estrutura da realidade. E, &lt;em&gt;por último&lt;/em&gt;, representa o governo de Deus sobre tudo que existe. Deus como Senhor faz referência a relação com o poder santo, por outro lado, Deus como “Pai” expressa a relação com o Deus que é amor santo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;&lt;strong&gt;Pai é um símbolo&lt;/strong&gt; que quando aplicado a Deus tem uma tríplice significação. &lt;em&gt;Em primeiro lugar&lt;/em&gt;, Deus é a fonte criadora de tudo que existe. &lt;em&gt;Em segundo lugar&lt;/em&gt;, Deus é a fonte de preservação do ser humano. E, &lt;em&gt;em terceiro lugar&lt;/em&gt;, Deus é Aquele que justifica e aceita o ser humano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;Deve-se, contudo, de acordo com Tillich manter-se o equilíbrio destes dois símbolos. É importante, evitar a tendência de enfatizar que Deus é Pai, em detrimento, à verdade que Deus também é Senhor. O Deus que é Pai, mas não é Senhor, é amigável e perdoa a todos. E o Deus que é Senhor, porém, não é Pai, é um déspota que exige obediência irrestrita de seus súditos. Logo, Deus precisa, inevitavelmente, ser representado como Pai e Senhor. Estes dois símbolos se complementam no sentido teológico e também psicológico. O Senhor que apenas é Senhor, gera um sentimento de revolta e resistência no coração do homem. E o Pai que só é Pai cria uma reverência instável e frágil. Para o autor não de seve ignorar que estes símbolos têm dois aspectos. Primeiro, a realidade transcendente que encerram. Depois, a influência que as pessoas recebem acerca dos mesmos, dependendo de situações específicas. Portanto, em suma, Tillich considera os símbolos Pai e Senhor como centrais na relação eu-tu, no entanto, reconhece que esta relação, embora fundamental, não é a única, pois Deus é o ser-em-si. Nesse sentido, o “Deus Todo-Poderoso” é o poder irresistível da criatividade de Deus, enquanto, que em “Deus Eterno”, expressa o fundamento imutável de toda vida. Nestes símbolos de invocação e também em outros de meditação, a relação eu-tu não é explícita, contudo, é sempre implícita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-4080605880545045695?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/4080605880545045695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=4080605880545045695' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/4080605880545045695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/4080605880545045695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/06/deus-como-pai-e-senhor.html' title='Deus como Pai e Senhor'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2972790883069819049.post-1945497353468859281</id><published>2008-06-24T09:18:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T09:19:26.748-07:00</updated><title type='text'>Sejam bem-vindos</title><content type='html'>A partir de hoje nos encontramos por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2972790883069819049-1945497353468859281?l=valdenorfurtado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/feeds/1945497353468859281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2972790883069819049&amp;postID=1945497353468859281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/1945497353468859281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2972790883069819049/posts/default/1945497353468859281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://valdenorfurtado.blogspot.com/2008/06/sejam-bem-vindos.html' title='Sejam bem-vindos'/><author><name>Waldenor Ramos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
